domingo, 25 de abril de 2010

Singularidades




Enfim resolvi postar aqui. Pensei muito sobre o que escrever, sobre o que falar. Então, por que não algo que me incomoda?
Durante os anos 60 estourou um movimento pacifista que ‘sacudiu’ o mundo inteiro: o Movimento Hippie, que colocou em análise um estereótipo de vida que muitos seguiam e nem se quer avaliavam. Foram tidos como “doidões” pelo fato de destoarem do padrão, por fazerem o que acreditavam ser o mais correto.
Na década de 70, uma década de acontecimentos marcantes, o classic rock se despediu dando lugar ao rock progressivo, hard rock, glam rock, punk rock e o disco music. Mas aí as coisas continuam a não mudar. Quem não se enquadrava numa dessas tendências dos anos 70, era considerado anormal e antiquado.
Nos anos 80 e 90 nada muda. Quem não seguia a moda eletrônica da década de 80)ou não usava shorts, saias e calças acima (bem acima) do umbigo (década de 90)... não é preciso nem falar. A discriminação ‘rolava solta’.
Pois bem... Em pleno século XXI, nada, nada mudou. Aquelas pessoas que se vestem diferente e, principalmente, pensam diferente são como anomalias. Será que é correto eu ser julgada por gostar de ouvir músicas antigas? Ou me vestir como acho melhor? Ou ter um senso crítico, não ficando no comum?
Ser diferente não é ser ruim. Até porque, imagina só se todos fossem iguais, seguissem sempre a mesma tendência. Íriamos encontrar nas ruas meras réplicas.
Pense diferente, faça diferente, seja singular. As pessoas que entraram e marcaram a história, foram aquelas que destoaram do pré-determinado.
Em poucas palavras, o que preciso dizer. ;)

Um comentário:

  1. Minha cara, um belo texto.
    Quer seja na vida, quer seja na música, quer seja na arte literária, você é sempre exímia no que faz. Continue expondo seus pontos de vista :D

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